24/11/2025 14h35 - Atualizado em 24/11/2025 15h24

Equipe do Iases participa de formação sobre cuidados com a saúde masculina

Em sintonia com as ações de Novembro Azul, o Instituto de Atendimento Socioeducativo do Espírito Santo (Iases), por meio do seu Núcleo de Saúde (Nusa), participou da formação “Cuidando da Saúde Masculina”, promovida pela Secretaria Municipal de Saúde (Semus) de Cariacica, por meio da Gerência de Ações Estratégicas do município. A iniciativa aconteceu no último dia 13, no auditório da Semus, e reuniu profissionais da socioeducação e da rede municipal de saúde.

A programação teve o objetivo de criar um momento dedicado à reflexão e de aprimoramento das práticas voltadas ao cuidado integral de crianças, adolescentes e jovens em contexto socioeducativo. Representando o Iases, a servidora do Núcleo de Saúde (Nusa), Katia Joaneza, conduziu uma palestra sobre “Contextualização do adolescente e jovem em atendimento socioeducativo”.

“Participar de um evento como este é importante para reforçar a necessidade de estarmos aprimorando formações e multiplicando conhecimentos, além de favorecer um ambiente de trocas de experiências e crescimento que contribuem para práticas socioeducativas mais humanizadas, inclusivas e eficazes”, afirmou a servidora do Iases.

Durante a apresentação foram abordadas as seguintes pautas: o que é adolescência e seu desenvolvimento mental; saúde mental e sofrimento psíquico dos jovens e adolescentes em privação de liberdade; leis que preconizam as diretrizes e princípios do atendimento socioeducativo; os desafios no atendimento à saúde e o papel dos profissionais na garantia do acesso dos adolescentes aos cuidados integrais, como foco na promoção de saúde física e mental, prevenção e apoio psicossocial.

Segundo Katia Joaneza, apresentar essa palestra foi uma experiência que exigiu sensibilidade, responsabilidade técnica e profundo compromisso ético. “Trata-se de um momento em que conhecimento, prática profissional e propósito social se entrelaçam na busca de um objetivo comum: a prática do cuidado, especialmente quando relacionamos esse cuidado à saúde mental do adolescente ou jovem, um tema sensível e reflexivo”, destacou.

 

Segundo ela, nesses espaços de produção de conhecimentos, é comum vivenciar debates ricos, trocas de experiências e ressignificação de percepções sobre o adolescente autor de um ato infracional. “Quando testemunhamos a pluralidade de histórias, a diversidade da prática cotidiana dos profissionais e as mudanças de olhar sobre o que verdadeiramente é a proteção integral, percebemos o quanto os questionamentos éticos e a construção de novos entendimentos é nítida na fala de cada participante, quando citamos sujeitos marcados por desigualdades, contextos de violências, mas também abrangidos por capacidade de transformação. Isso é pensar em humanização do atendimento”, concluiu.

 

Texto: Fernanda Pontes

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